Sindicatos de Coimbra defendem antiga <em>Sociedade de Porcelanas</em>
A União dos Sindicatos de Coimbra tem marcada para hoje uma reunião com o governador civil do distrito, para discutir a situação da empresa Santa Clara Cerâmicas, antes conhecida como Sociedade de Porcelanas.
A administração comunicou a 29 operários que, a partir de 12 de Dezembro, devem apresentar-se numa outra unidade, situada na Batalha, porque a fábrica de Coimbra será encerrada.
Um protocolo, celebrado há cerca de dois anos com a Câmara de Coimbra, determinava que a empresa construiria uma nova unidade no concelho, com 70 postos de trabalho. Nos termos do mesmo acordo, a autarquia, por seu turno, viabilizaria o alvará de loteamento para o local das actuais instalações, na Arregaça, quando a nova unidade se encontrasse a laborar.
«Há dados objectivos que indiciam que não há um grande empenho da administração para criar a nova empresa», afirmou António Moreira, coordenador da USC/CGTP-IN, após uma reunião recente na Câmara de Coimbra, com a administração da empresa, o vice-presidente da autarquia, Horácio Pina Prata, e o Sindicato dos Trabalhadores da Cerâmica do Centro.
Lembrou, a propósito, que «quando a actual administração comprou a empresa, em 1999, havia 215 postos de trabalho, agora são 30».
A administração comunicou a 29 operários que, a partir de 12 de Dezembro, devem apresentar-se numa outra unidade, situada na Batalha, porque a fábrica de Coimbra será encerrada.
Um protocolo, celebrado há cerca de dois anos com a Câmara de Coimbra, determinava que a empresa construiria uma nova unidade no concelho, com 70 postos de trabalho. Nos termos do mesmo acordo, a autarquia, por seu turno, viabilizaria o alvará de loteamento para o local das actuais instalações, na Arregaça, quando a nova unidade se encontrasse a laborar.
«Há dados objectivos que indiciam que não há um grande empenho da administração para criar a nova empresa», afirmou António Moreira, coordenador da USC/CGTP-IN, após uma reunião recente na Câmara de Coimbra, com a administração da empresa, o vice-presidente da autarquia, Horácio Pina Prata, e o Sindicato dos Trabalhadores da Cerâmica do Centro.
Lembrou, a propósito, que «quando a actual administração comprou a empresa, em 1999, havia 215 postos de trabalho, agora são 30».